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  Chapéu chinês

Ainda muito pouco utilizada em jardins ou projetos paisagísticos, a planta chapéu-chinês ou chapéu de mandarin, poderia ser mais explorada paisagisticamente, pois apresenta um florescimento muito vistoso e ornamental, além de ser muito visitada por beija-flores.

Chapéu chinês é o nome popular dado às plantas do gênero Holmskioldia, que atualmente estão classificadas em várias espécies. As mais conhecidas são a Holmskoidia sanguínea - com flores vermelhas e amarelas - e a Holmskioldia tettensis, com as flores nas cores lilás arroxeadas.
 
É uma planta arbustiva, muito ramificada, com ramos longos e pendentes, nos quais encontram-se as inflorescências. Em função dos ramos pendentes, a planta chapéu chinês pode ser conduzida também como trepadeira. A floração intensa ocorre na primavera e no verão.
 
Pode ser plantada a sol pleno, isolada, ou formando grupos. Porém devem ser cultivadas em áreas amplas ou extensos gramados, pois, quando não podadas podem atingir um porte arbóreo de até 3 ou 4 metros em extensão. Quando podadas, uma vez ao ano, tornam-se mais arredondadas e compactas.
 
O solo ideal para seu plantio deve ser rico em matéria orgânica além de apresentar boa drenagem. Para uma floração abundante é aconselhável a realização de adubações anuais, o que deixará o local, na qual está plantada, com um belo efeito ornamental.  
 
A planta chapéu chinês é encontrada no Mercado Permanente de Flores da Ceasa Campinas, ofertada unitariamente, em potes ou sacos plásticos, com tamanhos variando de 50 centímetros até 1 metro de altura.

 

Autor: Ana Rita Pires Stenico, engenheira agrícola e gerente do Mercado de Flores da Ceasa


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