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          Laranja

 

Originária das regiões tropicais e subtropicais do continente asiático e do arquipélago malaio, a laranjeira foi introduzida no Brasil pelas primeiras expedições colonizadoras, provavelmente na Bahia. Se estabeleceu, principalmente na região Sudeste do Brasil, proporcionando, nos idos de 1911 as primeiras exportações para a Argentina.

A laranja é muito conhecida por ser rica em vitamina C, que fornecida ao nosso organismo, auxilia na resistência a infecções, na cicatrização de feridas e queimaduras, além de beneficiar a gengiva. Entretanto, muitos outros benefícios ainda são proporcionados pela laranja, através do cálcio no fortalecimento da estrutura óssea, do fósforo na absorção da glicose, das fibras no funcionamento intestinal, da pectina na redução do colesterol e dos sais mineirais na neutralização do ácido úrico.Assim, o consumo da laranja reduz o risco de enfarto, de dores reumáticas e da gota.

São muitos os cultivares e suas características são distintas, proporcionando grande variedade de tamanhos, cores, e sabores aos frutos, desde os levemente ácidos das laranjas "Lima Verde" e "Lima Sorocaba", até o sabor mais ácido da "Natal" ou da "Valência"'. O número de sementes pode também variar, sendo praticamente nulo nas variedades "Baía" e "Baianinha". Também são distintas suas épocas de produção, possibilitando assim a oferta de laranjas frescas o ano todo.

A laranja é a fruta de maior produção e maior consumo no Brasil e a mais barata fonte de vitamina C. A adoção da Norma de Classificação da Laranja trará confiabilidade e transparência à comercialização, garantindo maior rentabilidade para o produtor e um produto de menor preço e melhor qualidade para o consumidor.

Esta norma foi construída pelo Grupo Brasileiro de Citros de Mesa, após exaustivos debates, com apoio do Centro de Citricultura "Sylvio Moreira" do Instituto Agronômico de Campinas, dentro do Programa Brasileiro para a Melhoria dos Padrões Comerciais e de Embalagens de Hortigranjeiros,coordenado pelo Centro de Qualidade em Horticultura da CEAGESP.

A laranja entra no século XXI preparada para competir.

Sucesso, na laranja.

 

COLORAÇÃO


C1

C2

C3

C4

C5

CLASSE (CALIBRE)


Relacionado ao tamanho dos frutos medido pelo seu diâmetro equatorial, que é aquele medido transversalmente ao eixo que vai do pedúnculo ao ápice, conforme tabela abaixo:

Classe

Menor Diâmetro (mm)

Maior Diâmetro

106

106

116

98

98

106

93

93

98

89

89

93

85

85

89

81

81

85

78

78

81

75

75

78

72

72

75

68

68

72

66

66

68

63

63

66

60

60

63

57

57

60

54

54

57

MORFOLOGIA


 VARIEDADES MAIS COMUNS


Hamlin

Baía

Rubi

Pera

Natal

Valência

Lima

MANCHAS


São consideradas manchas, qualquer alteração da coloração original da casca (pericarpo) da laranja, não importando a origem desta alteração. Elas são divididas em dois grupos Mancha Difusa e Mancha Profunda.

Manchas Difusas: São aquelas que não encobrem a cor original da casca da laranja, permitindo a sua perfeita visualização. Trata-se de um conjunto de pequenas manchas.

Mancha Difusa Nível 1:É aquela que tem uma área de cobertura de até 30% da superfície do fruto.

Mancha Difusa Nível 2: É aquela que tem uma área de cobertura maior do que 30% da superfície do fruto.

Manchas Profundas: São aquelas manchas que não permitem a visualização da cor original da casca do fruto, não importando a origem. Incluem-se aí os danos cicatrizados, as lesões patológicas, entomológicas e de ácaros que não atingiram o albedo.

Mancha Profunda Nível 1: Quando a mancha atinge uma superfície total, contínua ou alternada, de até 2 cm2.

 

Mancha Profunda Nível 2: Quando a mancha atinge uma superfície total, contínua ou alternada, maior do que 2 cm2.

 

TIPO OU CATEGORIA


O quadro abaixo estabelece os limites de tolerância de defeitos graves e leves para cada categoria de Qualidade e permite a classificação em: Extra, Categoria I, Categoria II, Categoria III.

Tabela de Determinação de Tipo ou Categoria de Qualidade

Categoria

Extra

Cat I

Cat II

Cat III

Cat IV

Defeitos Graves

Podridão

0

2

3

4

4

Dano Profundo

0

3

5

5

5

Passado

0

1

3

9

9

Total Graves

0

3

5

9

9

Deformado

0

1

10

20

100

Mancha

Difusa Nivel 1

5

20

100

100

100

Difusa Nivel 2

0

5

20

50

100

Profunda Nivel 1

0

15

20

30

100

Profunda Nivel 2

0

3

10

20

100

Total para Manchas

5

25

40

100

100

Total Geral

5

25

40

100

100

Outros Requisitos:


% máxima de frutos sem cálice

5%

20%

35%

100%

100%

Nº de classes consecutivas no mesmo lote

1

2

3

5

sem exigência

Nº de grupos de coloração consecutivos no mesmo lote

1

2

3

sem exigência

sem exigência

 



REQUISITOS GERAIS


1.As laranjas deverão apresentar as características típicas do cultivar quanto à forma, cor da casca, cor da polpa, levando-se em conta a região de produção.

2.Não será permitida dentro do Programa a venda de laranja imatura. Entenda-se como imatura aquela que não atingiu o Teor de Sólidos Solúveis (Brix), o Ratio (Açúcares/Acidez) e a Porcentagem de Suco ((peso do suco/ peso do fruto) x 100), considerados aceitáveis para o consumo.

3.Os teores para cada variedade seguem tabela abaixo. Os lotes que apresentarem teores superiores deverão mencioná-los como diferencial na rotulagem.


Variedades

% de suco

Brix

Ratio

Hamlin

35

10,0

9,5

Baía

35

10,0

9,5

Rubi

40

9,0

9,5

Pera

45

10,0

9,5

Natal

44

10,0

9,5

Valência

44

10,0

9,5

* Lima

35

10,0

9,5

Valores determinados para o Estado de São Paulo e Triângulo Mineiro
* Para a Laranja Lima será considerado apenas a quatidade de suco

4.Não será permitida a mistura de diferentes variedades dentro da mesma embalagem.

5.Admite-se até 5% de frutos fora do agrupamento das Classes citadas no rótulo.

6. Admite-se até 10% dos frutos fora dos Grupos de Coloração citados no rótulo.

7. O rótulo deve indicar todos os Grupos de Coloração abrangidos no lote.

8.No caso das Categoria III e IV, o comprador poderá exigir do vendedor do lote a discriminação dos defeitos que enquadraram o lote nestas categorias.

9.A determinação da porcentagem, para fins de verificação da Classificação, deverá ser efetuada sobre o total da amostra extraída, realizando-se o cálculo com base no número de frutos amostrados.

10.Quando forem encontrados frutos com defeitos graves e leves, deverá ser considerado o mais grave. Quando só existirem defeitos leves será realizada a somatória dos defeitos.

11.No caso de lotes que não se enquadrarem nos requisitos acima, será permitida a reembalagem e a reclassificação, exceto nos casos em que a ocorrência de podridão ultrapasse 10%. Neste caso o lote será descartado.

12.O comprador terá um prazo de 24 horas para contestar a classificação. Os casos pendentes deverão ser resolvidos por agentes previamente designados pelas partes para estes casos.

RÓTULO


Normas de Classificação, Padronização e Identidade da Laranja (Citrus sinensis , Osbeck) para o Programa Brasileiro para a Melhoria dos Padrões Comerciais e Embalagens de Hortigranjeiros

1. Alcance

    Esta norma tem por objetivo definir as características de identidade, qualidade, acondicionamento, embalagem, rotulagem, base para a codificação e apresentação das laranjas destinadas ao mercado " in natura" , devendo segui-la todo membro da cadeia agro-industrial do produto que aderir ao Programa Brasileiro para a Melhoria dos Padrões Comerciais e Embalagens de Hortigranjeiros.

2. Definições

2.1 Laranja

1.      Laranja é o fruto da espécie Citrus sinensis , Osbeck

2.2 Defeitos Graves

1.      Podridão: Processo microbiológico que cause qualquer grau de decomposição, desintegração ou fermentação dos tecidos.

1.      Dano Profundo: Qualquer lesão, de origem mecânica, patológica ou entomológica, que atinja o albedo (mesocarpo) do fruto.

2.3 Defeito Leve

1.      Deformado: Fruto com qualquer desvio da forma característica da cultivar, de origem natural, mecânica (amassamentos) ou a falta de turgescência causada pela desidratação.

2.4 Manchas

São consideradas manchas quaisquer alterações da coloração originais da casca (pericarpo) da laranja, não importando a origem desta alteração. Estas se dividem em dois grupos Manchas Difusa e Mancha Profunda.

2.4.1 Manchas Difusas: São aquelas que não encobrem a cor original da casca da laranja, permitindo a sua perfeita visualização. Dividem-se em dois níveis:

1.      Mancha Difusa Nível 1: É aquela que tem uma área de cobertura de até 30% da superfície do fruto.

1.      Mancha Difusa Nível 2: É aquela que tem uma área de cobertura maior do que 30% da superfície do fruto.

2.4.2 Manchas Profundas: São aquelas manchas que não permitem a visualização da cor original da casca do fruto, não importando a origem. Incluem-se aí os danos cicatrizados, as lesões patológicas, entomológicas e a causada por  ácaros que não atingiram o albedo. Dividem-se em dois níveis:

1.      Mancha Profunda Nível 1: Quando a mancha atinge uma superfície total, contínua ou alternada, de até 2 cm2.

1.      Mancha Profunda Nível 2: Quando a mancha atinge uma superfície total, contínua ou alternada, maior do que 2 cm2 .

3. Composição e Qualidade

    As laranjas deverão apresentar as características típicas da cultivar quanto à forma, cor da casca e cor da polpa, levando-se em conta a região de produção. Não será permitida dentro do programa a venda de laranja imatura. Entende-se laranja imatura aquela que não atingiu o Teor de Sólidos Solúveis (Brix), o Ratio (Açúcares/Acidez) e a Porcentagem de Suco ((Peso do Suco/Peso do Fruto) x100), considerados o mínimo aceitável para o consumo da laranja de maneira agradável. Os teores para cada variedade, para o Estado de São Paulo seguem tabela abaixo, sendo que lotes que apresentarem teores superiores deverão mencioná-los como diferencial na rotulagem.
   
Não será permitida a mistura de diferentes variedades dentro da mesma embalagem.

Teores Mínimos:


Variedade

% de suco

Brix

Ratio

Hamlin

35

10,0

9,5

Baía

35

10,0

9,5

Rubi

40

9,0

9,5

Pêra

45

10,0

9,5

Natal

44

10,0

9,5

Valência

44

10,0

9,5

* Lima

35

10,0

 

* Para a Laranja  Lima será considerado apenas a porcentagem  de Suco

4. As laranjas são classificadas em:

4.1 Classe ou Calibre: Relacionado ao tamanho dos frutos medido pelo seu diâmetro equatorial, que é aquele medido transversalmente ao eixo que vai do pedúnculo ao ápice do mesmo, conforme tabela abaixo:


Classe

Menor Diâmetro (mm)

Maior Diâmetro (mm)

106

106

116

98

98

106

93

93

98

89

89

93

85

85

89

81

81

85

78

78

81

75

75

78

72

72

75

68

68

72

66

66

68

63

63

66

60

60

63

57

57

60

54

54

57

4.2 Grupo de Coloração


Cor 1

(c1)

Cor 2

(c2)

Cor 3

(c3)

Cor 4

(c4)

Cor 5

(c5)

4.3 Tipo ou Categoria: Relacionado à quantidade de defeitos presentes no lote ou à qualidade do mesmo, de acordo com a tabela abaixo:

Tabela de Determinação de Tipo ou Categoria de Qualidade


Categoria

Extra

Categoria I

Categoria II

Categoria III

Categoria IV

Defeitos Graves

Podridão

0%

2%

3%

4%

4%

Dano Profundo

0%

3%

5%

5%

5%

Passado

0%

1%

3%

9%

9%

Total de Graves

0%

3%

5%

9%

9%

Defeito Leve

Deformado

0%

1%

10%

20%

100%

Manchas

Difusa Nível 1

5%

20%

100%

100%

100%

Difusa Nível 2

0%

5%

20%

50%

100%

Profunda Nível 1

0%

15%

20%

30%

100%

Profunda Nível 2

0%

3%

10%

20%

100%

Total para Mancha

5%

25%

40%

100%

100%

4.4 Outros requisitos para os Tipos ou Categorias de Qualidade:

4.4.1 Quanto a Manutenção do Cálice


Categoria de Qualidade

Porcentagem Máxima Admitida de Frutos sem Cálice

Extra

5%

Categoria I

20%

Categoria II

35%

Categoria III

100%

Categoria IV

100%

4.4.2 Quanto às Classes

Para todas as Categorias será necessário citar na rotulagem as classes abrangidas no lote. Serão tolerados até 5% de frutos fora do agrupamento de classes citados no rótulo.


Categoria de Qualidade

Número de Classes Consecutivas Permitidas no Mesmo Lote (citados no rótulo )

Extra

1

Categoria I

2

Categoria II

3

Categoria III

5

Categoria IV

sem exigência

4.4.3 Quanto à Coloração

Para todas as Categorias será necessário citar na rotulagem os Grupos de Coloração abrangidos no lote. Serão tolerados até 10% de frutos fora dos Grupos de Coloração citados no rótulo.


Categoria de Qualidade

Número de Grupos de Coloração Consecutivos Permitidos no Mesmo Lote ( citados no rótulo )

Extra

1

Categoria I

2

Categoria II

3

Categoria III

sem exigência

Categoria IV

sem exigência

5. Requisitos:

1.      A determinação da porcentagem deverá ser efetuada sobre o total da amostra extraída, realizando-se o cálculo com base no número de frutos amostrados.

2.      Quando forem encontrados frutos com defeitos graves e leves, considerar-se-á o mais grave. Quando só existirem defeitos leves será realizada a somatória dos defeitos.

3.      No caso de lotes que não se enquadrem nos requisitos acima, será permitida a reembalagem e a reclassificação, exceto nos casos em que a ocorrência de podridão ultrapasse 10%. Nesse caso o lote será descartado.

4.      Os frutos deverão estar livres de substâncias tóxicas nocivas à saúde humana acima do limite pré estabelecido pelas legislações correlatas.

5.      No caso das Categoria III e IV, o comprador poderá exigir do vendedor do lote a discriminação dos defeitos que enquadraram o lote nestas categorias.

6.      O comprador terá um prazo de 24 horas para contestar a classificação. Os casos pendentes deverão ser resolvidos por agentes previamente designados pelas partes para estes casos.

7.      Os frutos retirados para a amostra deverão ser devolvidos ao lote depois de realizada a mesma.

6. Embalagens

1.      As embalagens para laranja deverão seguir os seguintes requisitos:

2.      Não deverão ser causadoras de danos aos frutos.

3.      As dimensões deverão permitir a paletização, ou seja, serem sub múltiplos do Palete Padrão Brasileiro (PBR) de 1,00 m por 1,20 m. No caso do uso de sacos, estes deverão estar acondicionados em embalagens com estas condições.

4.      As embalagens poderão ser retornáveis ou descartáveis.

5.      A embalagem retornável deverá permitir a limpeza e desinfecção a cada utilização.

6.      A embalagem descartável deverá ser reciclável ou permitir a incineração limpa.

7.          Torna-se obrigatória a rotulagem de acordo com o Regulamento Técnico para Rotulagem de Alimentos Embalados da qual trata a Resolução MERCOSUL no 36/93, aprovada pela Portaria SVS/MS no 42/98 e Portaria MAA no 371/97.

Todas as embalagens deverão estar de acordo com as disposições das normas sanitárias.

7. Rotulagem

As embalagens deverão ser rotuladas em local de fácil visualização com os seguintes itens:

1.      Nome do Produtor ou Beneficiador
2.      Endereço
3.      Município
4.      No. Registro no MAA
5.      No. de Inscrição do Produtor ou CGC do Beneficiador
6.      Grupo/Variedade:
7.      Classe ou Calibre
8.      Tipo ou Categoria
9.      Utilidade Culinária
10.    Peso Líquido
11.    Data de Embalamento
12.    Código de Barras (opcional)

   O rótulo deverá ainda obedecer as legislações do IPEM, INMETRO e LEI DE DEFESA DO CONSUMIDOR.

7.1 Normas para Rotulagem

1.      Entende-se por rotulagem ou marcação a identificação impressa, gravada ou afixada sobre o produto ou sua embalagem.

2.      A rotulagem ou marcação de volume, objetiva facilitar a identificação e movimentação desses produtos.

3.      Não será permitido o emprego de dizeres, gravuras ou desenhos que induzam a erro ou equívoco quanto à origem geográfica, qualidade e quantidade dos produtos.

4.      A indicação quantitativa deverá constar da vista principal da embalagem, constituindo item distinto, destacado das demais inscrições e impresso em cor contrastante com a do fundo do invólucro ou envoltório.

5.      A altura mínima dos caracteres alfanuméricos das indicações quantitativas das mercadorias pré medidas deverão estar de acordo com a tabela.

6.      A determinação da área da vista principal deverá ser efetuada através da multiplicação da maior dimensão de largura pela maior altura da embalagem, incluindo a tampa.

Altura mínima dos caracteres alfanuméricos em função da área da vista principal.


Área da vista principal (cm2)

Altura mínima dos números e letras (mm)

Menor ou igual a 10

1

Maior que 10 menor que 40

2

Maior que 40 e menor que 170

3

Maior que 170 e menor que 650

4

Maior que 650 e menor que 2600

6

Igual ou maior que 2600

10

8. Roteiro para Amostragem:

Se efetuará de acordo com o Regulamento do MERCOSUL.
Para tanto se aplicará o seguinte:


Número de Unidades que compõem o lote

Mínimo de Unidades a Amostrar

01 a 10

1 unidade

11 a 100

2 unidades

101 a 300

4 unidades

301 a 500

5 unidades

501 a 1000

1 % do lote

Mais de 1000

Raiz quadrada do número de unidades do lote

 

 

 

    Se a comercialização for feita na forma de bins, deverá ser retirada uma amostra correspondente a 5% do peso do lote.

9. Fraude

    Será considerada fraude toda alteração dolosa de qualquer ordem ou natureza praticada na classificação, na embalagem, no acondicionamento, no transporte, bem como nos documentos de qualidade do produto.



1. Produtos com cartilhas e normas oficiais do MAPA-Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento:
Abacaxi
Uva Fina de Mesa
Uva Rústica


2. Produtos com cartilha

Abacaxi, banana, caqui, goiaba, laranja, lima ácida tahiti (limão), maracujá azedo, mamão, manga , melão, pêssego e nectarina, tangerina, uva fina e uva rústica, alface, batata, berinjela, cebola, cenoura, couve-flor, mandioquinha-salsa, morango, pepino, pimentão, quiabo e tomate.

:: Alface
:: Banana
:: Berinjela
:: Caqui
:: Goiaba
:: Pêssego
:: Pimentão
:: Tomate


    3. Produtos com norma aprovada , sem cartilha:
Abobrinha, batata-doce, chuchu, figo, melancia, pêssego e nectarina,repolho e vagem.


    4. Produtos em fase final de aprovação da norma:
Abacate, abóbora, agrião, alcachofra, atemóia, inhame, cará e maracujá doce.

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